quarta-feira, 25 de junho de 2008

Substância sintética: Meperidina (Rebeca 22A)






Substância sintética: Meperidina

Função: Meperidina, disponível na forma de cloridrato de sal, é um analgésico estupefaciente, termo utilizado para descrever a medicação capaz de produzir uma reversível depressão do sistema nervoso central, reduzindo a dor. Devido ao seu alto potencial de dependência física e psicológica, meperidina é uma substância controlada. É comumente referida por uma das suas marcas mais conhecidas, Demerol. Existem várias indicações possíveis para a administração de meperidina.É comumente utilizada para o alívio da dor com intensidade de moderada a grave, em especial em obstetrícia. Meperidina também é largamente utilizada no período pré-operatório, como um coadjuvante da anestesia durante a cirurgia. Meperidina não é recomendada para os tratamentos de longo prazo devido ao seu potencial de dependência física e psicológica. Meperidina é disponível como xarope, em comprimido, e injetável. O uso oral da meperidina tende a ser menos eficaz do o uso injetável. Meperidina, mesmo em doses terapêuticas, pode diminuir o ritmo respiratório. Pacientes com a asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica podem apresentar dificuldade respiratória. Meperidina também pode causar sonolência e não deve ser utilizado por pessoas cujo trabalho exija concentração e atenção, tais como motoristas.

Efeitos colaterais: Os efeitos colaterais mais comuns são tonturas, sedação, sudorese e náuseas/vômitos. Menos comum, porém mais graves, os efeitos secundários incluem depressão respiratória e anormalmente baixa pressão arterial.

Propriedades: fino, branco, cristalino, sem cheiro, pó muito solúvel em água, moderadamente solúvel em éter e solúvel em álcool. Ele tem um pK um de 7,7 a 8,15 e um intervalo de fusão 186 - 189 °. O pH da preparação injetável está comercialmente disponível entre 3,5 e 6. Meperidina pode também ser conhecida como: petidina HCl ; Dolantin ; Dolantin , Dolantol , Dolantol , Eudolat , Eudolat , or Isonipecaine , ou Isonipecaine .

Marca (s) mais conhecida(s): Algil; Alodan; Centralgin;
Demerol; Dispadol; Dolantin; Dolargan; Demerol; Dispadol; Dolantin; Dolargan; Dolestine; Dolosal; Dolsin; Mefedina Dolestine; Dolosal; Dolsin; Mefedina

segunda-feira, 23 de junho de 2008

ANFETAMINAS(felipe benjó 22B)

ANFETAMINAS
Anfetaminas são substâncias tem simpatomiméticas que a estrutura química básica da beta-fenetilamina. Sob esta designação, existem três categorias de drogas sintéticas que diferem entre si do ponto de vista químico. As anfetaminas, propriamente ditas, são a dextroanfetamina e a meta-anfetamina.
Nomes comerciais
Existem no mercado vários produtos que podem ser enquadrados numa dessas três categorias. São eles: Benzidina e Bifetamina, anfetaminas puras; Dexedrine, um sulfato de dextroanfetamina, com estrutura molecular semelhante ao hormônio epinefrina (adrenalina), que é uma substância secretada no corpo humano pela glândula supra-renal nos momentos de susto; Dexamil, uma combinação de dextroanfetamina e amobarbital, um sedativo; Methedrine e Desoxyn, metanfetaminas puras; Desbutal e Obedrin, combinações de metanfetamina e pentobarbital, um barbitúrico; e Amphaplex, um coquetel de metanfetamina, anfetamina e dextroanfetamina. Dualid, Inibex, Hipofagin, Moderine (substância ativa - dietilpropiona). Lipomax, Desobesi (substância ativa - Femproporex). Preludin, uma droga que difere quimicamente das anfetaminas, é enquadrada nesse grupo por causar os mesmos efeitos.

Características físicas
Em estado puro, as anfetaminas têm a forma de cristais amarelados, com sabor intragavelmente amargo. Geralmente ingeridas por via oral em cápsulas ou comprimidos de cinco miligramas, as anfetaminas também podem ser consumidas por via intravenosa (diluídas em água destilada) ou ainda aspiradas na forma de pó, igual à cocaína.
História
A anfetamina surgiu no século XIX, tendo sido sintetizada pela primeira vez na Alemanha, em 1887. Cerca de 40 anos depois, a droga começou a ser usada pelos médicos para aliviar fadiga, alargar as passagens nasais e bronquiais e estimular o sistema nervoso central. Em 1932, era lançada na França a primeira versão comercial da droga, com o nome de Benzedrine, na forma de pó para inalação. Cinco anos mais tarde, a Benzedrine surgiu na forma de pílulas, chegando a vender mais de 50 milhões de unidades nos três primeiros anos após sua introdução no mercado.
Durante a Segunda Guerra Mundial, tanto os aliados como as potências do Eixo empregaram sistematicamente as anfetaminas para elevar o moral, reforçar a resistência e eliminar a fadiga de combate de suas forças militares. Tropas alemãs, como as divisões Panzer, empregavam a Methedrine. Já a Benzedrine foi usada pelo pessoal da Força Aérea norte-americana estacionado em bases na Grã-Bretanha. Em território dos Estados Unidos, entretanto, o uso das anfetaminas por pessoal militar só foi oficialmente autorizado a partir da Guerra da Coreia. A febril produção de anfetaminas para atender aos pilotos da Luftwaffe, a força aérea de Hitler, gerou excedentes que provocaram uma verdadeira epidemia anfetamínica no Japão. Perto do final, da guerra, os operários das fábricas japonesas de munição receberam generosos suprimentos da droga, que era anunciada como solução para eliminar a sonolência e embalar o espírito. Como resultado, no período imediato do pós-guerra, o Japão possuía 500 mil novos viciados.Pouco mais tarde, no início da década de 50, militares americanos servindo no Japão e na Coréia se transformaram nos primeiros a utilizar o speedball, uma mistura injetável de anfetamina e heroína. Outra epidemia anfetamínica aconteceu na Suécia, depois que a droga passou a ser fornecida pelo serviço nacional de saúde.Foi proibida pouco tempo depois.

domingo, 22 de junho de 2008

Poliestireno - Maria, 22 B !!


O poliestireno é um homopolímero resultante da polimerização do monômero de estireno.
À temperatura ambiente, o poliestireno apresenta-se no estado sólido. Trata-se de uma resina do grupo dos termoplásticos, cuja característica reside na sua fácil flexibilidade ou moldabilidade sob a ação do calor. Os processos de moldagem do poliestireno são principalmente a termoformagem a vácuo e a extrusão. Sob a ação do calor, a resina toma a forma líquida ou pastosa, moldando-se com facilidade em torno de um molde. Com o resfriamento após a moldagem, o produto readquire o estado sólido, na forma de peças tais como copos descartáveis, lacres de barril de chope e tantas outras peças de uso doméstico ou embalagens.
É um termoplástico duro e quebradiço com transparência cristalina, semelhante ao vidro, e foi descoberto acidentalmente em 1839 por Eduard Simon, um apotecário em Berlim, a partir de uma resina de âmbar destilada.
Existe, também, um processo específico de polimerização do estireno, que emprega um gás de expansão - normalmente, o pentano - gerando o poliestireno expandido, conhecio mundialmente pela marca Isopor.


Suas principais características são:


Fácil processamento por moldagem a quente, fácil coloração, baixo custo, baixa densidade e absorção de umidade, baixa resistência a solventes inorgânicos.

Benzeno - Marina . 22B

Benzeno !

Nome comercial : Benzeno
Nome quimico : Benzol
Formula quimica : C6H6

Ele é um hidrocarboneto classificado como hidrocarboneto aromático, e é a base para esta classe de hidrocarbonetos: todos os aromáticos possuem um anel benzênico .

O benzeno é líquido, inflamável, incolor e tem um aroma doce e agradável. É um composto tóxico, cujos vapores, se inalados, causam tontura, dores de cabeça e até mesmo inconsciência. Se inalados em pequenas quantidades por longos períodos causam sérios problemas sangüíneos, como leucopenia.

Também é conhecido por ser carcinogênico. É uma substância usada como solvente (de iodo, enxofre, graxas, ceras, etc.) e matéria-prima básica na produção de muitos compostos orgânicos importantes como fenol, anilina, trinitrotolueno, plásticos, gasolina, borracha sintética e tintas. A benzina é uma mistura de hidrocarbonetos obtida principalmente da destilação do petróleo que possui faixa de ebulição próxima ao benzeno.

Como o Benzeno pode ser representado :

  • O Benzeno é uma das substâncias químicas tóxicas mais presente nos processos industriais.
  • É a substância mais cancerígena
  • É encontrado mais em refinarias de petróleo e siderúrgicas
  • É altamente prejudicial ao organismo
  • Pode causar leucemia, anemia, distúrbios do comportamento, entro outros.
  • É utilizado com matéria prima de borrachas, lubrificantes, corantes, detergentes, pesticidas e várias drogas.

Poliestireno (Nathalia - 22A)

À temperatura ambiente, o poliestireno apresenta-se no estado sólido. Trata-se de uma resina do grupo dos termoplásticos. Sob a ação do calor, a resina toma a forma líquida ou pastosa, moldando-se com facilidade em torno de um molde. Com o resfriamento readquire o estado sólido, na forma de peças tais como copos descartáveis, lacres de barril de chope e tantas outras peças de uso doméstico ou embalagens.

É duro e quebradiço com transparência cristalina, e foi descoberto acidentalmente em 1839 por Eduard Simon, a partir de uma resina de âmbar destilada.

O monômero para a produção do poliestireno é o estireno, que quimicamente é um hidrocarboneto aromático insaturado de fórmula C6H5C2H3. O estireno é um líquido, com ponto de ebulição 145ºC e ponto de solidificação -30,6ºC. Quando puro é incolorapresente um odor agradável e adocicado.

Suas principais características são:

- Fácil processamento por moldagem a quente;

- Fácil coloração;

- Baixo custo;

- Semelhante ao vidro;

- Elevada resistência a álcalis e ácidos;

- Baixa densidade e absorção de humidade;

- Baixa resistência a solventes orgânicos, calor e intempéries.

Existem quatro tipos básicos de poliestireno:

- PS cristal;

- PS resistente ao calor;

- PS de alto impacto;

- PS expandido.


fonte: http://pt.wikipedia.org/

marcella 22B

Lorazepam
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Lorazepam
Nome
IUPAC (sistemática)
7-cloro-5-(o-clorofenil)-1,3-diidro-3-hidroxi-2H-1,4-benzodiazepin-2-ona.
Identificadores
CAS
846-49-1
ATC
N05BA06
PubChem
3958
DrugBank
APRD00116
Informação química
Fórmula molecular
C15H10N2Cl2O2
Massa molar
321.2 g/mol
Farmacocinética
Biodisponibilidade
97% oral
Metabolismo
Hepático CYP3A4
Meia-vida
10-20 horas
Excreção
Renal
Considerações terapêuticas
Administração
oral , I.M., I.V, Sublingual
O Lorazepam (comercializado no
Brasil pelo laboratório Wyeth com o nome de Lorax) é uma droga pertencente a uma classe química conhecida como benzodiazepinas, que possuem como principais propriedades, a inibição leve de alguns setores do SNC, diminuindo assim, a geração de estímulos nervosos pelos neurônios e proporcionando um relaxamento muscular, sedação e efeito tranquilizante. O Lorazepam é o único benzodiazepínico utilizado como coadjuvante em tratamentos quimioterápicos devido a suas propriedades antieméticas, entretanto desde sua entrada no mercado, em 1971, o Lorazepam tem sido administrado para o tratamento da ansiedade e insônia. Em estudos recentes, foi comprovado que o Lorazepam possui maior potencial de dependência em relação a outros benzodiazepínicos. Porém, seu índice de dependência é relativamente menor em comparação à outros benzodiazepínicos hipinóticos, tais como: Temazepam, Triazolam, Flunitrazepam, Pivoxazepam, entre outros.






Indicações
O Lorazepam é indicado principalmente como
ansiolítico e para o tratamento da insônia. O Lorazepam também é bastente utilizado em hospitais como um "pré-anestésico" - principalmente em pacientes que irão se submeter a alguma cirurgia - e também quando é necessário mantê-lo em coma induzido. Seu uso para o tratamento da Síndrome do Pânico, em geral, não é recomendado.
O Lorazepam, também é amplamente indicado para o tratamento de:
·
Distúrbio bipolar
Agorafobia
·
Claustrofobia
·
Depressão (como coadjuvante de antidepressivos, pois estes, geralmente causam insônia).
· Tratamento de
Epilepsia
·
Antiemético
Farmacologia
O Lorazepam é considerado um "benzodiazepínico clássico", pois além de ser um dos que possuem estrutura molecular mais simples, também foi um dos primeiros a serem sintetizados em laboratório, juntamente com o
diazepam, clonazepam, oxazepam, nitrazepam, flunitrazepam, bromazepam, flurazepam e clorazepato.
O Lorazepam é quase completamente absorvido após a administração oral. Sua
biodisponibilidade, em indivíduos saudáveis é maior que 90% e sua concentração plasmática ocorre em aproximadamente 120 minutos. Sua absorção quando administrado I.M. ou I.V. ocorre em aproximadamente 10 minutos. O volume de absorção é de aproximadamente 1,3 l/kg. O Lorazepam atravessa facilmente a barreira hemato-encefálica por difusão passiva. A taxa de ligação do Lorazepam a proteínas plasmáticas humanas é de aproximadamente 92% na concentração de 160 ng/ml.



Advertências
O uso de
benzodiazepínicos, incluindo o Lorazepam, pode provocar depressão respiratória potencialmente fatal. Por isso, o Lorazepam deve ser usado com cautela em pacientes com comprometimento da função respiratória. Embora estudos tenham comprovado o risco mínimo de deficiências congênitas em bebês de mulheres tratadas com Lorazepam durante a gravidez, seu uso é altamente desaconselhado. Ficou provado que assim como a maioria dos benzodiazepínicos, o Lorazepam atravessa a placenta e é encontrado em pequenas quantidades no leite materno. Foi constatado também que os efeitos clínicos, bem como seus efeitos colaterais também afetam o feto e não somente a mãe como antes se imaginava, portanto, é possível que, ao nascer, o bebê já tenha desenvolvido tolerância e/ou dependência ao Lorazepam.
Interações Medicamentosas
Os benzodiazepínicos, incluindo o Lorazepam, causam efeitos depressores aditivos no
SNC quando administrados concomitantemente a outros depressores do Sistema Nervoso Central como álcool, barbitúricos, antipsicóticos, sedativos/hipnóticos, ansiolíticos, analgésicos narcóticos, anti-histamínicos sedativos, anticonvulsivantes e anestésicos. O uso concomitante de clozapina e Lorazepam pode provocar sedação intensa, salivação excessiva e ataxia.
Efeitos Coleterais
Dentre os principais efeitos colaterais do Lorazepam, os mais comuns são:
Sonolência, Ataxia, Hipotensão, Depressão respiratória, fadiga, cefaléia e tonturas.
Superdosagem
Os sintomas podem variar em termos de gravidade e incluem
sonolência, confusão mental, letargia, disartria, ataxia, reações paradoxais, depressão do Sistema Nervoso Central, hipotonia, hipotensão, depressão respiratória, depressão cardiovascular, coma e muito raramente morte.
Abuso e Dependência
O uso de benzodiazepínicos pode causar dependência física e psicológica. O risco de dependência aumenta com doses mais altas e com o uso por períodos mais prolongados e aumenta ainda mais em pacientes com história de alcoolismo ou abuso de drogas/medicamentos ou em pacientes com transtornos de personalidade significantes. O potencial de dependência é reduzido quando o Lorazepam é utilizado na dose adequada em tratamento a curto prazo.

O uso de benzodiazepínicos, incluindo o lorazepam, pode provocar depressão respiratória potencialmente fatal.
O uso de benzodiazepínicos, incluindo o lorazepam, pode causar dependência física e psicológica (ver Abuso e Dependência ).
Precauções
O lorazepam deve ser usado com cautela em pacientes com comprometimento da função respiratória (p. ex., Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Síndrome da Apnéia do Sono).
Uma depressão preexistente pode aparecer ou piorar durante o uso de benzodiazepínicos, incluindo o lorazepam. Esses medicamentos podem evidenciar tendências suicidas em pacientes deprimidos e, portanto, não devem ser usados sem tratamento antidepressivo adequado.
Pacientes idosos ou debilitados podem ser mais susceptíveis aos efeitos do lorazepam; portanto, esses pacientes devem ser monitorizados frequentemente e a dose do medicamento deve ser cuidadosamente ajustada de acordo com a resposta do paciente (ver Posologia ).
Reações paradoxais foram relatadas eventualmente durante o uso de benzodiazepínicos (ver Reações Adversas ). É mais provável que essas reações ocorram em idosos. Se ocorrerem, o uso do medicamento deve ser descontinuado.
Uso em pacientes com insuficiência hepática : Como ocorre com todos os benzodiazepínicos, o uso do lorazepam pode piorar a encefalopatia hepática; portanto, o lorazepam deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência hepática grave e/ou encefalopatia.
Gravidez: Lorazepam não deve ser usado durante a gravidez. Vários estudos sugeriram aumento do risco de malformações congênitas associadas ao uso de benzodiazepínicos durante o primeiro trimestre de gravidez. Em humanos, amostras de sangue do cordão umbilical indicam que os benzodiazepínicos e seus metabólitos glicuronídeos atravessam a placenta. Há relatos de que lactentes de mães que tomaram benzodiazepínicos por várias semanas ou mais, antes do parto apresentaram sintomas de abstinência durante o período pós-natal. Foram relatados sintomas como hipoatividade, hipotonia, hipotermia, depressão respiratória, apnéia, problemas de alimentação e comprometimento da resposta metabólica a estresse por frio em neonatos de mães tratadas com benzodiazepínicos no final da gravidez ou no parto.
Lactação : O lorazepam foi detectado no leite materno; portanto, não deve ser administrado a mulheres lactantes, a menos que o benefício esperado para a mãe supere o risco potencial ao lactente. Observou-se sedação e incapacidade de sucção em neonatos de mães lactantes tratadas com benzodiazepínicos. Os lactentes devem ser observados quanto a efeitos farmacológicos (incluindo sedação e irritabilidade).
Efeitos Sobre as Atividades que Requerem Concentração : Como ocorre com todos os pacientes tratados com medicamentos com ação no Sistema Nervoso Central, os pacientes devem ser orientados a não operar máquinas perigosas nem dirigir veículos até saberem se ficam sonolentos ou tontos com o lorazepam.
Abuso e Dependência
O uso de benzodiazepínicos pode causar dependência física e psicológica. O risco de dependência aumenta com doses mais altas e com o uso por períodos mais prolongados e aumenta ainda mais em pacientes com história de alcoolismo ou abuso de drogas/medicamentos ou em pacientes com transtornos de personalidade significantes. O potencial de dependência é reduzido quando o lorazepam é utilizado na dose adequada em tratamento a curto prazo.
De modo geral, os benzodiazepínicos devem ser prescritos apenas por períodos curtos de tempo (p. ex., 2-4 semanas). Não se recomenda o uso contínuo prolongado de lorazepam.
Podem ocorrer sintomas de abstinência (p. ex., insônia de rebote) após a interrupção de doses recomendadas já após tratamentos de apenas 1 semana. Deve-se evitar a descontinuação repentina de lorazepam seguindo-se um esquema de descontinuação gradativa da dose após tratamento prolongado.
A interrupção repentina do tratamento pode ser acompanhada por sintomas de abstinência. Entre os sintomas relatados após a descontinuação de benzodiazepínicos estão cefaléia, ansiedade, tensão, depressão, insônia, agitação, confusão, irritabilidade, sudorese, fenômeno de rebote, disforia, tontura, desrealização, despersonalização, hiperacusia, adormecimento/formigamento das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao barulho e ao contato físico/alterações perceptivas, movimentos involuntários, náusea, vômitos, diarréia, perda de apetite, alucinações/delírio, convulsões/crises convulsivas, tremores, cólicas abdominais, mialgia, agitação, palpitações, taquicardia, ataques de pânico, vertigem, hiperreflexia, perda da memória a curto prazo e hipertermia. Convulsões/crises convulsivas podem ser mais comuns em pacientes com distúrbios convulsivos preexistentes ou que estejam tomando outros medicamentos que reduzam o limiar convulsivo, como os antidepressivos.
Há evidências de desenvolvimento de tolerância a benzodiazepínicos em termos de efeitos sedativos.
O lorazepam pode apresentar potencial de abuso, sobretudo em pacientes com história de uso abusivo de medicamentos e/ou álcool.
Não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação, exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
Na concentração de Lorax ® (lorazepam) 2 mg: 'Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.'
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Fonte: Bulário Eletrônico da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária -
http://bulario.bvs.br/index.php.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Sacarina(Nakitta 22a)





A Sacarina(C7H5O3NS) foi descoberta, acidentalmente, em 1879 pelos químicos Ira Remsen e Constantine Fahlberg , que estavam em seu laboratório desenvolvendo novos corantes químicos a partir de derivados do alcatrão e Remsen deixou que a substância caísse nele e não lavou a mão ao comer e percebeu que havia um sabor adocicado em sua comida.Fahlberg aparentemente previu alguma importância para essa substância pois, além de desenvolver um processo industrial na sua produção, registrou sua patente em 1885. O nome escolhido para essa substância? Sacarina, derivado da palavra latina saccharum, que significava açúcar.
Logo após a sua descoberta, a sacarina foi utilizada para conservação de alimentos e, então, como um substituto do açúcar, uma vez que a sua doçura é cerca de 500 vezes superior, mas tem um sabor residual amargo e metálico, difícil de disfarçar.
Na década de 70, a sacarina foi bastante difundido, principalmente em alimentos de baixas calorias e dietéticos, porque ela não é metabolizada pelo organismo, mas excretada sem alterações, ou seja não engorda.Apenas no ano passado, a sacarina combinada com ciclamato movimentou 51,3 milhões de unidades e R$ 96,7 milhões, o que corresponde, em volume, a 71% do mercado de adoçantes de mesa, de acordo com dados da ACNielsen. As vantagens da sacarina é o preço, cerca de 20 vezes menor que o da sacarose. De acordo com estudo da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos (SBCTA), no Brasil os adoçantes de mesa, em geral, utilizam a proporção de duas partes de ciclamato para uma de sacarina. Segundo a análise revela, o ciclamato reduz o gosto amargo residual da sacarina nas formulações.
Em 1977 a FDA tentou eliminá-la , quando estudos mostraram que ela causava câncer (principalmente de bexiga, mas também no útero, ovário, pele e outros órgãos). A sacarina continuou no mercado por causa da pressão da indústria de alimentos dietéticos (e dos próprios consumidores). Contudo, até o final da década de 90, ela era vendida com uma tarja de segurança que lembrava que tinha apresentado sinais cancerígenos. O Calorie Control Council (Conselho de Controle de Calorias) argumentou que as pessoas não desenvolvem câncer de bexiga pelos mesmos motivos que os ratos, por isso a tarja acabou sendo removida
Em 2000, o National Cancer Institute (em inglês) - NCI - Instituto Nacional do Câncer, afirmou que as pessoas que usavam sacarina tinham os mesmos riscos de desenvolver câncer de bexiga que a população em geral. Pessoas que utilizavam grandes quantidades de sacarina (seis ou mais porções de sacarina ou dois ou mais copos de bebidas dietéticas por dia) apresentaram “algumas evidências de um aumento no risco de câncer de bexiga, particularmente para aqueles que usaram a substância como adoçante ou através de refrigerantes". Por causa desse estudo e de outra pesquisa realizada com cobaias, foi decidido que a sacarina não era um fator de aumento do risco de câncer de bexiga em seres humanos.
Atualmente, poucos produtos contêm sacarina. A Coca-Cola Diet e a Pepsi Diet usam uma mistura de sacarina e aspartame, assim como o Tab. Ela também é comercializada nos Estados Unidos com o nome Sweet 'N Low, um adoçante vendido em um sachê cor-de-rosa.
Fonte: refirgerante que utiliza sacarina
http://saude.hsw.uol.com.br/adocantes5.htm
http://www.diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=2270
http://www.rossetti.eti.br/dicuser/detalhe.asp?vini=19&vfim=19&vcodigo=1892
http://www.quimicaederivados.com.br/revista/qd419/edulcorantes1.htm